Felipão revela bastidores de frase histórica: “Tem que ter raiva dessa p…de Corinthians”
- 22/05/2026
Em meio a um momento de forte crise que o Palmeiras vive entre sua torcida e o treinador Abel Ferreira, um personagem icônico da história Alviverde surgiu para relembrar um dos momentos mais marcantes do Clube. Luiz Felipe Scolari concedeu entrevista ao Globo Esporte e abordou os bastidores de uma das maiores provocações feitas ao rival, Corinthians.
Quem não se lembra da clássica frase de Felipão “tem que ter raiva dessa p…. de Corinthians?” até hoje ele é eternizado entre os palmeirenses em dia de Derby. Aliás, a frase até fez parte de pichações em protestos realizados pela torcida em 2025.
Contudo, Felipão relembrou o caso, que ocorreu na preparação do segundo jogo da semifinal da Copa Libertadores de 2000, vencida pelo Verdão, que, naquele ano, engatava a segunda presença consecutiva na final da competição.
Scolari não quis ofender o rival, mas incendiar o vestiário Palestrino
Scolari, no entanto, explicou que aquela explosão não foi algo combinado com a imprensa, que captou o áudio vazado do vestiário da Academia de Futebol, o treinador também revelou que não foi algo específico contra o arquirrival, e sim, um brado de incentivo para a decisão.
“Não foi verdade! Não foi verdade que eu deixei o repórter colocar o microfone ou que estava a janela aberta (de propósito). O repórter, ou a repórter, não foi correto. Jamais imaginei aquilo. Eu falava para o meu grupo. Nunca falei em direção à torcida do Corinthians, ao clube ou quem quer que seja”, iniciou.
“Eu falei ao meu grupo o que era ter vontade, raiva, tinha que ter, jogar com gana. Eu não sabia que alguém estava colocando o microfone. A pessoa que fez isso foi mal-intencionada. No meu grupo eu não fui mal-intencionado. Eu fui bem-intencionado. Se atingiu alguém, eu peço desculpa, mas não fui com essa intenção”, completou.
Felipão quase fechou com o Corinthians
O treinador, na mesa entrevista, revelou seu respeito ao rival, mas o seu maior apreço por sua história no Verdão, já que cancelou nesgociações em curso para treinar o Corinthians: “Existiu em duas oportunidades. Mas depois, quando a gente imaginava ou quando ia para os “entretantos”, os “finalmentes”… Eu sou muito vinculado ao Palmeiras. Será que eu seria bem aceito? Eu faria essa pergunta para mim. Os dirigentes também fizeram essa pergunta para eles próprios. E a gente chegou à conclusão que não era o ideal. Respeitei, sempre respeitei”.
























